O início de uma nova era
Recentemente, tomei um café com um grande amigo, profissional com muita bagagem e um conhecimento ímpar do que acontece no mercado de propaganda da capital catarinense. O encontro surgiu em função de trabalho, para variar, mas derivou para algo mais nobre.
Conversa vai, conversa vem, falei para ele do novo rumo que estamos dando a empresa e das expectativas que tínhamos em relação à mudança de ritmo em prol de qualidade de vida, de voltar a ter prazer em trabalhar com comunicação e coisa e tal e de como eu estava surpreso com o efeito positivo que esta “chutada de balde” estava gerando tanto na carreira, quanto na vida pessoal.
Para minha surpresa, ele me disse: “vocês é que estão certos. Estava estes dias conversando com Paulão [nome fictício] e ele me disse que estava de saco cheio do mercado e que estava pensando em dar uma guinada na vida, trabalhar só com o que gosta e do jeito que ele acredita.” Meu amigo mesmo me disse que ele estava doido para fazer o mesmo.
Tanto o Paulão quanto meu amigo são dois profissionais bem estabelecidos, donos de suas próprias empresas e mesmo assim não estão mais encontrando satisfação nos ofícios da publicidade.
Comecei a reparar então quanta gente da área tem feito estas escolhas na busca por trabalhar, ainda com comunicação, mas não mais com publicidade, ou pelo menos não mais no dia-a-dia das agências.
Pensando um pouco sobre isso chega-se a alguns insights:
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[Artigo publicado originalmente na Casa do Galo]

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